A incapacidade física e ou financeira agravam os problemas dentários dos idosos. Desde cáries a infecções entre outras maleitas, que quase sempre culminam em extrações dentárias.  As doenças e os medicamentos usados para as curar, e a boca seca também contribuem para o agravamento desses problemas.

A perda de esmalte e do tecido por baixo desse (a dentina) e a retração gengival (diminuição de gengiva que cobre o dente expondo a sua raiz) causam, respectivamente, a elevada sensibilidade dentária, bem como a deterioração das raízes.

A bastante comum doença periodontal (a gengivite) que se compreende como uma inflamação da gengiva que pode afectar os ossos que suportam os dentes, é consequência de uma higiene oral fraca, e ou de outros factores como doenças (o diabetes é exemplo), ou de más praticas e hábitos alimentares.

Devem-se, pois, usar de forma assertiva a escova de dentes, fio dental, e ainda um elixir complementar para manter a higiene oral.

O uso de um pano macio para remover detritos dos dentes é uma solução viável, tal como o uso de escovas eléctricas para quem sofre de artrites ou condições idênticas que restringem os movimentos manuais.

Se esse processo for difícil para o idoso há que lhe prestar o devido auxílio, uma vez que a higiene oral é fundamental para combater os problemas que surgem com a idade.